Publicada em 8 de janeiro de 2022.
"Essa vacina vai mudar o DNA do seu filho". "Criança não precisa de vacina, quase não pega covid-19". "O efeito colateral não vem agora, vem a longo prazo". E por aí vai.
Essas são apenas algumas das mentiras espalhadas por aí - via Whatsapp, Telegram, Instagram, TikTok e dezenas de outras redes sociais - sobre as vacinas contra a covid-19 para crianças. Porém, com o Brasil prestes a iniciar a campanha de imunização dos pequenos de 5 a 11 anos, as fake news a respeito deste público têm alcançado níveis que preocupam especialistas.
Por isso, há um movimento forte para desmenti-las e explicar como funcionam para a maior parte da população. Até o momento, somente a vacina pediátrica da Pfizer está autorizada para este público no país e é ela que deve ser usada para imunizar as crianças a partir da segunda quinzena deste mês, na Bahia.
“A vacina na faixa etária de 5 a 11 anos permitirá o retorno à escola com mais tranquilidade para esse público e também uma redução da circulação do vírus”, diz dr. Eduardo Jorge, doutor em Saúde Materno-Infantil e membro do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
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