Publicado em 02 de agosto de 2021.
Quando a moradora da Samambaia Ceciane Assunção, de 24 anos, teve covid-19 em agosto de 2020, além do medo da doença, ela teve que enfrentar o temor de passar o vírus para o filho de 1 ano e 5 meses e se viu diante de um dilema: continuar a amamentar ou interromper este passo tão importante para o bebê. A opção escolhida foi a segunda. “Meu filho é muito apegado a mim e vi que ele ia sofrer muito com o desmame. Fiquei com medo de transmitir, mas usei máscara o tempo todo”, lembra.
De acordo com especialistas, ela fez a melhor escolha que poderia ser feita. “Ela vai passar anticorpos, não passa a doença”, ressalta o presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), dr. Luciano Borges Santiago. A orientação da SBP, do Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e também da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) é não parar a amamentação, afinal o leite não transmite covid-19.
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