Foram ao menos seis meses patinando na campanha de vacinação contra a Covid-19 até que o Brasil de fato exercesse a capacidade de seu programa de imunização.
No último semestre, o número de doses aplicadas diariamente multiplicou-se, o país superou outras potências em porcentagem de imunizados e viu despencar a quantidade de mortes e casos graves provocados pelo coronavírus.
Para especialistas ouvidos pela CNN, a escassez de imunizantes é um problema superado, mas a pandemia ainda não acabou. É preciso seguir o cronograma de vacinação, diminuindo a diferença que existe entre a quantidade de vacinados com primeira e segunda dose, aplicando a dose de reforço para aqueles elegíveis e imunizando o que se tornou um novo grupo de risco: as crianças.
“Estamos em um cenário completamente diferente daquele de seis meses atrás. No primeiro semestre de 2021, não tinha vacina. Agora o problema decididamente não é a falta dela”, diz dr. Renato Kfouri, presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). “Mas para evitar novas ondas de transmissão, é preciso ampliar a base de vacinados, incluindo crianças e adolescentes, e tornando a cobertura mais homogênea no território brasileiro.”
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